Melhor que seja rara é uma canção de Guilherme Rondon e Zélia Duncan, lançada por Guilherme no disco Melhor que seja raro (2016). A música agradou a Leila Pinheiro, que passou a cantar em show produzido naquele mesmo ano. Esse show incluía outra canção de Zélia. Era Quem viu, quem vê, parceria com Marcelo Jeneci e Alice Ruiz, até então só registrada no DVD da versão premium do Pelo sabor do gesto (2009). Somente em 2020, a ideia do show foi transposta em disco. Por iniciativa do Dj Zé Pedro, produziu-se o disco Melhor que seja rara (2020), de voz e piano, em que Leila canta inéditas e pouco conhecidas músicas de Chico César, Sueli Costa, Adriana Calcanhotto, Nuno Ramos, Chico Buarque, Vinícius de Moraes, entre outros. Nesse disco recém-lançado a parceria Duncan-Jeneci-Ruiz, infelizmente, não apareceu.
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

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