Marina Iris é uma cantora, compositora e militante carioca. Estreou em disco com Rueira (2018), que, além de apresentar a própria Marina, apresentou onze canções da dupla de compositores Manu da Cuíca e Rodrigo Lessa, que atuou na produção do disco. Zélia Duncan foi convidada da faixa Meio a meio. Depois desse dueto, a parceria entre Marina e Zélia continuou, tendo Marina participado do projeto Eu sou mulher, eu sou feliz (2019), de Zélia e Ana Costa, com o samba Não é não, cantado ao lado de Teresa Cristina. Em 2019, Ana Costa produziu Voz bandeira, segundo disco de Marina. Em 2020, Marina e Zélia, junto com a Revista Brejeiras, propuseram o concurso "Um amor, um celular, uma ideia", que visa dar espaço a colaborações artísticas/audiovisuais feitas por mulheres lésbicas. Levando em conta a simplicidade artística, sobretudo nesses tempos de pandemia, as mulheres contempladas no concurso terão suas ideias apresentadas no clipe da música Meio a meio.
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

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