Açaí é uma canção de Djavan. Foi lançada por Gal Costa no disco Fantasia (1981) e regravada pelo compositor no ano seguinte, no disco emblemático Luz (1982). É um grande sucesso do cancioneiro de Djavan, sendo também uma das músicas mais acionadas para injustamente se dizer que as composições de Djavan não fazem sentido. Outros intérpretes da canção foram Rosa Passos e Os Paralamas do Sucesso. Em 2018, Eduardo BiD produziu o disco Jah-Van: Djavan goes Jamaica, com dez sucessos de Djavan regravados em versão de reggae. Participam do disco Chico César, Arnaldo Antunes, Ivete Sangalo, Zeca Baleiro, Seu Jorge, Crioulo, Fernanda Abreu, Black Alien, entre outros artistas. A Zélia coube nesse disco a regravação de Açaí, feita ao lado de Assuscena Assuscena, cantora do premiado grupo As Bahias e a Cozinha Mineira. Nas críticas ao projeto, a participação de Zélia foi bastante apreciada. Vale lembrar que, em 1997, Zélia participou do Songbook Djavan, produzido por Almir Chediak, cantando Cigano. Esse momento foi também bastante apreciado pela crítica.
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

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