Filipe Catto é um cantor, compositor e instrumentista brasileiro, nascido em Lajeado (RS). Ficou conhecido em 2009, quando lançou o EP digital Saga, totalmente autoral e independente. A repercussão dessa produção chamou a atenção da Universal Music, que contratou Filipe para o lançamento de Fôlego, que reapresentou as canções do EP Saga e trouxe novas canções autorais, além de regravações de canções de Zé Ramalho, Nei Lisboa, Reginaldo Rossi e Arnaldo Antunes. Em 2013, foi a vez do DVD+CD Entre cabelos, olhos e furacões, um registro ao vivo do show do disco anterior, com acréscimo de canções de Alzira Espíndola e Alice Ruiz, Fábio Jr., Luiz Gonzaga, Isolda, Nelson Cavaquinho, entre outros. Em 2015, voltou à produção independente, com o lançamento de Tomada, que trouxe canções autorais, parcerias com Pedro Luís e Moska, inéditas de Marina Lima, Thalma de Freitas, Tiganá Santana e Zé Manoel e regravações do cancioneiro de Caetano Veloso e da Gang 90. Em 2017, lançou CATTO, pela Biscoito Fino. O disco traz canções inéditas do próprio Filipe e de Rômulo Fróes, Juliano Holanda, Bruno Capinam, César Lacerda. Há uma regravação de Arco de luz (Marina Lima e Antonio Cícero) e uma parceria com Zélia Duncan chamada Só por ti. A coautora participa da gravação. Em um texto para uma revista comemorativa, editada pela fanpage Filipe Catto em Foco (instagram: @filipeemfoco), pensada para celebrar os 10 anos de carreira de Filipe, Zélia comentou sobre Filipe: "Filipe é raro. Sua voz remexe minha emoção de um jeito que nem sei explicar direito. E seu corpo é sua voz, suas inflexões, seu envolvimento denso com o que está dizendo através desse canto singular. Ser sua parceira e cantar com ele no disco ou eventualmente por aí, me faz bem pra alma, pra vida, pra pessoa que quero ser. Filipe me desperta amor. Amor por seu timbre e seu sorriso. Sua profundidade me interessa, seus rasos também. É um amor que abrange quem somos e o que nos leva pro palco e pros dias. Comemorar a sua carreira será sempre nossa atitude. Vida longa aos seus agudos, suas ideias e sua beleza!".
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

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