Fred Martins é um cantor, compositor, intérprete, instrumentista e produtor brasileiro, natural de Niterói (RJ). Foi gravado pela primeira vez por Ney Matogrosso, com a canção Novamente (Fred Martins e Alexandre Lemos), lançada no disco Olhos de Farol (1998). Em 2001, no disco Sortimento, Zélia gravou Flores (Fred Martins e Marcelo Diniz) e se tornou parceira dele em Hóspede do tempo, canção que foi dedicada a Hilda Hilst e conceitualmente encerrava o disco. No mesmo ano, Fred lançou o seu primeiro disco Janelas, regravando algumas dessas canções lançadas por Ney e Zélia. Em 2003, lançou Raro e comum, disco que contou com a participação de Ney, na faixa-título, e de Zélia, na canção A música em mim (Lenita Lopez e Lucina), já abordada aqui no projeto. Em 2017, lançou o DVD A música é meu país, em parceria com o Canal Brasil, contando novamente com as participações de Ney e Zélia e de outros convidados. Com Zélia, dividiu duas faixas: a inédita Avesso, uma parceria de Fred com Ana Terra, e Flores. Vale ressaltar que Zélia registrou Flores em dois de seus projetos ao vivo: Sortimento Vivo (2002) e Pelo sabor do gesto: em cena (2011), editados em CD e DVD. Em 2019, no disco Tudo é um, a parceria autoral entre Fred e Zélia foi retomada, com a canção Sempre os mesmos erros.
A carreira de Zélia Duncan começou em maio de 1981. No ano de 1990, lançou o seu primeiro disco, "Outra luz". O sucesso nacional só veio no segundo disco, em 1994. Ao longo desses quase 40 anos de labuta e 30 de carreira fonográfica, Zélia contribuiu com muitos colegas e projetos coletivos. Neste blog, são apresentadas e comentadas canções que Zélia gravou fora da sua discografia oficial, além de composições que foram registradas por outros artistas (Por Natival Simões Neto).

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