Badi Assad é o nome artístico de Mariângela Assad Simão. É uma cantora, compositora, produtora, multi-instrumentista e escritora brasileira, natural da cidade de São João da Boa Vista (SP). É irmã de Sérgio Assad e Odair Assad, que, juntos, formaram o Duo Assad, ainda nos anos 1980. No final dessa mesma década, Badi estreou com o LP Dança dos tons (1989), com muitas músicas compostas pelos irmãos. Na década de 1990, lançou-se no mercado internacional, com os discos Solo (1994), Rhytms (1995) e Echoes of Brazil (1997), Chameleon (1998). Algumas músicas importantes dessa época são as, então, inéditas À primeira vista e Feixe, ambas de Chico César, e as releituras de A Gandaia das Ondas (Lenine), Tempo feliz (Baden Powell e Vinícius de Moreira), Ai que saudade d'ocê (Vital Farias) e Ponta de areia (Fernando Brant e Milton Nascimento). Em 2004, voltou ao mercado brasileiro, com Verde, disco que trouxe Básica, conhecida como De blusinha branca, música de Tatiana Cobbett. Esse disco trouxe várias canções autorais, como Você não entendeu nada, Não adianta (parceria com Jeff Young) e Feminina (parceria com Simone Soul), e regravações de Cheguei, meu povo (Mestre Walter), Asa branca (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira), O verde é maravilha (Ruy Maurity e José Jorge), One (U2), Bom dia, tristeza (Adoniran Barbosa e Vinícius de Moraes), Seu delegado (J. Canseira, Juraci Alcântara e Raul Marques), música do repertório do Trio Nordestino. Em 2006, lançou Wonderland, que trouxe regravações dos repertórios de Lenine (Acredite ou não; Distantes demais), Gonzaguinha (From United States of Piauí), Cartola (O mundo é um moinho), Tom Jobim e Dolores Duran (Estrada do Sol), Billy Blanco (A banca do distinto) e Zé Roberto (Vacilão), música do repertório de Zeca Pagodinho, regravada em versão blues, ao lado de Seu Jorge. Em 2012, lançou o disco Amor e outras manias crônicas. Em 2014, foi a vez de Cantos de casa. Esses dois discos foram 100% autorais. Em 2016, lançou Singular, disco que mesclou canções autorais, como Vejo você aqui (parceria com Zélia Duncan), e regravações, como Royals, do repertório de Lorde, feita em versão axé.
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

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