Vidal Assis é um cantor e compositor carioca. Lançou em 2016 o seu disco Álbum de retratos, que explorou a sua safra autoral e contou com as colaborações de Hermínio Bello de Carvalho, coautor de todas as canções do disco, Elton Medeiros, Áurea Martins e Zélia Duncan, que participa de Algas, um ijexá. O escritor e pesquisador de música Ruy Castro discorre: "Vidal Assis é a prova de que a música popular brasileira é indestrutível". Em 2020, no disco Dos Santos, Fabiana Cozza gravou Filhas de Iemanjá, composição de Vidal. No mesmo álbum, há Mantendo laços, inédita de Zélia e Ana Costa.
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

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