Em 2013, o Prêmio de Música Brasileira, organizado por José Maurício Machiline, homenageou o maestro Antônio Carlos Brasileiro Jobim. A cerimônia foi apresentada por Zélia Duncan e Adriana Calcanhotto, que, mais tarde, se juntaram a João Bosco, Zé Renato, Roberta Sá e Murilo Rosa em turnê por algumas cidades brasileiras. O resultado dessa tour foi um lançamento em CD e DVD, em que Zélia faz solos em Desafinado, Luíza, Meditação e Triste, faz um dueto com Adriana Calcanhotto em Outra Vez e se junta a todo o grupo em Se todos fossem iguais a você.
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

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