Ná Ozzetti é uma cantora e compositora paulista associada ao movimento Vanguarda Paulistana. Foi integrante do Grupo Rumo, em que tocou com o seu irmão Dante Ozzetti e Luiz Tatit. Sua discografia inclui Ná Ozzetti (1988), Ná (1994), Love Lee Rita (1996), Estopim (1999), Show (2001), entre outros discos muito apreciados pelos críticos e pelo seu público. Do repertório do disco Estopim (1999), Zélia tirou Capitu, que regravou no Eu me transformo em outras (2004). Zélia é uma profunda admiração por Ná, e as duas são as principais intérpretes dos cancioneiros de Luiz Tatit e Itamar Assumpção. Em 2011, Ná lançou Meu quintal, disco quase todo autoral em que apresentou parcerias com Luiz Tatit, Arthur Nestrovski, Alice Ruiz, entre outros. Com Zélia, a parceria se deu em Sobrenatural, até então único fruto.
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...
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