Tiro ao Álvaro é uma composição de Adoniran Barbosa e Oswaldo Moles, lançada em 1980, num dueto histórico entre o compositor Adoniran e Elis Regina. A canção sofreu tentativa de censura, por trazer na letra, formas, como automorve, tauba, revorve, algo muito comum nas composições de Adoniran, que buscava sempre se aproximar das normas populares. Em 2010, ano do centenário de Adoniran, o produtor Thiago Marques Luiz trabalhou em um disco coletivo em que vários artistas faziam novas versões para as canções de Adoniran. No disco Adoniran: 100 anos, coube a Zélia abordar Tiro ao Álvaro.
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

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