Em 2008, a Sociedade Viva Cazuza, instituição beneficente que sobrevive com direitos autorais do compositor, realizou mais um tributo à obra do artista carioca. No elenco, estiveram Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Angela RoRo, Sandra de Sá, Paulo Ricardo, Leoni, Preta Gil, Rodrigo Santos, Gabriel, o Pensador, Arnaldo Brandão e Zélia Duncan. O Tributo a Cazuza - Ao vivo na Praia de Copacabana (2008) foi o terceiro projeto coletivo relacionado a Cazuza do qual Zélia participou. Coincidentemente, a cantora registrou novamente as faixas que já havia gravado em participações anteriores: O tempo não para, dessa vez, ao lado do também compositor Arnaldo Brandão, e Vem comigo.
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

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