O disco Jovelina Pérola Negra Duetos — É isso que eu mereço (2007) é um tributo à grande cantora Jovelina Pérola Negra, falecida em 1998, aos 54 anos. Era considerada uma herdeira de Clementina de Jesus e, assim como essa, foi empregada doméstica, antes de estrear tardiamente em disco. O álbum lançado em 2007 traz duetos virtuais e segue um molde parecido com o Clara Nunes Com Vida (1995), com a diferença de que muitos dos convidados não eram ligados diretamente/pessoalmente a Jovelina. O rol de convidados inclui Alcione, Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal, Leci Brandão, Almir Guineto, Jorge Aragão, Arlindo Cruz, Marcelo D2, Seu Jorge, Ana Costa, Juliana Diniz, Grupo Revelação e Zélia Duncan. Zélia participa de Laços e pedaços, canção de Nei Lopes e Wilson Moreira que Jovelina gravou em 1986.
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

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