Célia foi uma cantora brasileira, natural de São Paulo. Tornou-se conhecida nos anos 1970, com a regravação de Onde estão os tamborins?. Participou bastante do programa Qual é a música?, de Sílvio Santos. Nas décadas de 1980 e 1990, a cantora experimentou uma menor visibilidade. Isso começou a mudar com iniciativas de pesquisadores e produtores musicais, como José Maurício Machiline, Thiago Marques Luiz e Zé Pedro, que começaram a incluir Célia em seus projetos. Isso permitiu que a cantora gravasse novos discos, como Faço no tempo soar minha sílaba (2007), O lado oculto das canções (2010), Outros românticos (2011) e Aquilo que a gente diz (2015), o seu último disco. O disco de 2007, Faço no tempo soar minha sílaba, foi feito em parceria com o músico Dino Barioni e contou com as participações de Dominguinhos, Lucinha Lins, Beth Carvalho, Quinteto em Branco e Preto e Zélia Duncan, em regravações de canções de Adoniran Barbosa, Hermínio Bello de Carvalho, Chico Buarque, Edu Lobo, João Bosco, Caetano Veloso, Luiz Gonzaga, Gonzaguinha, Martinho da Vila, entre outros. Zélia é convidada na regravação do clássico Disritmia. Na gravação, as cantoras são acompanahadas também pelo Quinteto em Branco e Preto.
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

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