Radamés e o sax (2006) é um premiado disco do multi-instrumentista Leo Gandelman. Sobre o homenageado do disco, Radamés Gnattali, Leo Gandelman explica em seu site: "Radamés Gnattali (Porto Alegre 1906/Rio 1988) foi o grande modernizador da música brasileira no século XX. De formação clássica, se encantou na juventude pelo choro e mais tarde foi buscar no jazz, elementos que o ajudassem em suas inovações. Nesse percurso, ele que era uma pianista maiúsculo, foi buscando instrumentos adequados às suas idéias renovadoras. O saxofone foi um deles e em colaboração com alguns craques do instrumento – Luis Americano, Zé Bodega, Sandoval Dias e Paulo Moura – o compositor desenhou uma linguagem moderna para o sax brasileiro".O disco é instrumental, contando com apenas uma faixa cantada, justamente a que Zélia participa: Saudades de alguém, melodia de Radamés com letra foi feita por Paulo César Pinheiro. Vale lembrar que Zélia também participou do disco Lounjazz (2005), de Leo, regravando Inquietação, de Ary Barroso.
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

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