Em 1998, Zélia Duncan lançou o disco Acesso, que trouxe Depois do perigo, parceria com Lucina, a última gravada por Zélia nos anos 1990. No mesmo ano, Lucina lançou o primeiro disco solo Inteira pra mim, em que gravou quatro parcerias com Zélia. Depois desse ano, Lucina e Zélia continuaram se encontrando, mas sem apresenarem novas parcerias. Lucina participou dos extras do DVD Sortimento Vivo (2002), cantando Coração na boca. Zélia participou do cd Raro e comum (2003), de Fred Martins, cantando com ele A música em mim, música de Lucina e Lenita Lopez, e do disco Ponto sem nó (2005), de Lucina, cantando a canção Khawleza. Nesse mesmo ano de 2005, Zélia lançou o disco Pré-pós-tudo-bossa-band e gravou Eu não sou eu, canção feita para Maria Bethânia, que nunca a registrou. Em 2006, Lucina lançou o disco A música em mim, pelo selo Duncan Discos, e apresentou as inéditas Coração inquebrável e Enfim.
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

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