Em 2006, o produtor Thiago Marques Luiz editou o álbum coletivo Esta chama que não vai passar, que reúne 21 intérpretes que relembram os maiores sucessos de Maysa. No disco, há composições da própria Maysa e canções de outros compositores, sucessos que a cantora eternizou. Entre os convidados, estão: Maria Bethânia, Ney Matogrosso, Alcione, Beth Carvalho, Célia, Dominguinhos, Cauby Peixoto, Edson Cordeiro, Olívia Hime, Fernanda Porto, Carlos Navas, Zeca Baleiro, Arnaldo Antunes, entre outros. Nesse disco, Zélia gravou Franqueza, de Denis Brean e Oswaldo Guilherme. Nas palavras de Thiago Marques Luiz: "Foi um dos maiores sucessos da primeira fase da carreira de Maysa e até hoje, apesar de não ser uma composição dela, ficou sendo uma forte referência da sua obra. A escolha aqui foi da própria Zélia Duncan".
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

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