Quando Zélia saiu de Brasília e voltou novamente ao Rio de Janeiro, para continuar a sua batalha como artista, cantou na banda de dois nomes muito populares nas décadas de 1970 e 1980: José Augusto e Bebeto. José Augusto dispensa apresentações. Bebeto, hoje, é pouco conhecido das gerações mais novas, tendo sido um dos grandes expoentes do gênero samba-rock no Brasil. Alguns sucessos dele são A beleza é você, menina, Salve ela, Minha preta, Menina Carolina e Jéssica. Em 2006, lançou o projeto ao vivo Pra balançar, editado em cd e dvd, que contou com as participações de Zeca Baleiro, Davi Moraes, Seu Jorge e Zélia Duncan. Zélia é convidada na faixa Como?, de autoria de Luís Vagner, compositor também gravado por nomes como Lady Zu e Gretchen. Essa canção é também conhecida na voz de Paulo Diniz, numa versão bem menos suingada.
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

Comentários