Quando a caixa Timoneiro (2005) foi editada, trazendo importantes discos com canções de Hermínio Bello de Carvalho, Zélia foi responsável por produzir um disco de inéditas em que vários intérpretes, como Maria Bethânia, Simone, Zezé Gonzaga, Olívia Hime, Fátima Guedes, Joyce Moreno, Dona Ivone Lara, Alaíde Costa, Mart'nália, Martinho da Vila, Moska, Chico Buarque e Zeca Pagodinho. A própria Zélia participou do disco, cantando Descompaixão, uma parceria inédita de Hermínio com Francis Hime. Curiosamente, nos anos 1990, Zélia havia participado de discos, no estilo songbook, em que outros artistas interpretavam as canções de Francis e de Hermínio. A cantora participou de outros projetos dos dois compositores, tendo recentemente se tornado parceira musical de Francis.
Christiaan Oyens é um cantor, compositor, instrumentista e produtor nascido no Uruguai e radicado no Brasil. É o parceiro mais recorrente de Zélia Duncan, tendo feito com ela composições, como Outra luz (1990), Não vá ainda (1993), O meu lugar (1993), Sentidos (1994), Tempestade (1994), Nos lençóis desse reggae (1994), Enquanto durmo (1996), Bom pra você (1996), Às vezes nunca (1997), Imorais (1998), Verbos sujeitos (1998), Me revelar (2001), Distração (2005), Canção de amigo (2019) e Olhos perfeitos (2019). Sem ser em parceria com Zélia, compôs: (1) Linhas tortas (1995), gravada por Marina Lima; (2) Resquícios , gravada por Vanessa Barum; (3) A passagem (1997), gravada por Adriana Maciel; (4) Vi, não vivi (2005), parceria com Itamar Assumpção, gravada por Zélia. Christiaan tocou com Cazuza, Lulu Santos, Ritchie, Adriana Calcanhotto e Marina Lima. Produziu ou co-produziu os discos Acesso (1998), Sortimento (2001), Pré-pós-tudo-bossa-band (2005) e Tudo é um (...

Comentários