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2000 - Martha my dear

Solo de Zélia Duncan no tributo coletivo O submarino verde e amarelo (2000), disco que contou com Cássia Eller, Frejat, Samuel Rosa, Fernanda Takai, Beto Guedes, Flávio Venturini, Zizi Possi, Zé Ramalho, João Bosco, entre outros.  É uma canção de Paul McCartney que foi creditada como Lennon/McCartney e lançada no disco conhecido no Brasil como Álbum Branco (1968). No verbete do Wikipedia dedicado à canção, diz-se que:

O título “Martha My Dear,” é dedicada à cachorra da raça sheepdog de Paul que na época tinha três anos e se chamava Martha. Embora partes da letra apontam que foi feita para Jane Asher, que tinha rompido o namoro com Paul recentemente. Paul compôs várias músicas para Jane como “Here, There and Everywhere,” e “We Can Work It Out”. McCartney disse em entrevista, que: “A canção é sobre minha “musa” – a voz que diz em minha consciência quais palavras e acordes devo escrever.” A letra é fictícia, como um amor platônico pela sua cachorra Martha, dizendo para Martha ser boa pra ele, lembre-se dele e que ela sempre foi sua inspiração, esse trecho, é relacionado a Jane Asher.

A seguir, estão o vídeo com a gravação de Zélia e a letra da canção:



Martha, my dear

(Lennon e McCartney)

Martha, my dear
Though I spend my days in conversation
Please, remember me
Martha, my love
Don't forget me
Martha, my dear
Hold your head up, you silly girl
Look what you've done
When you find yourself in the thick of it
Help yourself to a bit of what is all around you
Silly girl
Take a good look around you
Take a good look you're bound to see
That you and me were meant to be
With each other
Silly girl
Hold your hand out, you silly girl
See what you've done
When you find yourself in the thick of it
Help yourself to a bit of what is all around you
Silly girl
Martha, my dear
You have always been my inspiration
Please, be good to me
Martha, my love
Don't forget me
Martha, my dear

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